Empresas pequenas, médias e grandes costumam ter o mesmo problema: processos que ainda dependem de planilhas soltas, rotinas manuais ou softwares genéricos que não encaixam de verdade na operação. O meu trabalho é construir o programa certo para o problema certo — pensado a partir da rotina real de quem vai usar.
Uso Python como base, com interfaces em Tkinter ou PyQt6, para entregar aplicações desktop rápidas de usar e fáceis de manter. Os programas rodam tanto em Linux quanto em Windows, então a empresa não fica presa a um único ambiente.
E um ponto que trato como regra: todo software desenvolvido tem autoria da pessoa ou empresa que contratou. O código é seu.
Nem toda empresa precisa de um sistema novo. Muitas já têm a própria estrutura funcionando e o que falta é saber se ela resiste a um ataque de verdade. Nesses casos, entro para testar a segurança do que já existe — simulando invasões reais para encontrar brechas antes que um hacker as encontre, e mostrar com clareza onde a empresa está vulnerável e o que precisa ser corrigido.